Arquivo do Autor: Editor Emporium

NIETZSCHE – DEUS ESTÁ MORTO

Fonte: Razão Inadequada

Autor: Rafael Trindade

nietzcheO homem louco – Não ouviram falar daquele homem louco que em plena manhã acendeu uma lanterna e correu ao mercado, e pôs-se a gritar incessantemente: ‘Procuro Deus! Procuro Deus!’?” – Nietzsche, A Gaia Ciência, §125

Talvez a frase mais famosa de Nietzsche seja também a mais incompreendida. Afinal, se ele era um ateu convicto, por que anunciar a morte de algo que não acreditava? Nietzsche possui motivos éticos e históricos para fazer tal declaração. E não é à toa que coloca palavras na boca de um “homem louco”, seu pensamento estava muito a frente de seu tempo:

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Ditadura da Verdade

Fonte: Razão Inadequada

Autor: Rafael Trindade

nietzcheDe todos os temas que abordamos aqui, talvez o mais sutil seja o da Ditadura da Verdade. Ele passa muitas vezes despercebido porque estamos de tal forma acostumados a pensar em termos de verdade/mentira que nunca paramos para questioná-lo. Mas também, são quase 2500 anos de Ditadura da Verdade, desde Sócrates até os tempos de hoje.

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NIILISMO REATIVO: A FALSA MORTE DE DEUS

Fonte: Razão Inadequada

Autor: Rafael Trindade

nietzcheNovas lutas – Depois que Buda morreu, sua sombra ainda foi mostrada numa caverna durante séculos – uma sombra imensa e terrível. Deus está morto; mas, tal como são os homens, durante séculos ainda haverá cavernas em que sua sombra será mostrada. – Quanto a nós – nós teremos que vencer também a sua sombra” – Nietzsche, Gaia Ciência, § 108

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Nietzsche – Ceticismo

Fonte: Razão Inadequada

Autor: Rafael Trindade

nietzcheA ciência nos mostrou que os sentimentos morais e a história são um erro! Um erro do qual talvez seja mais fácil acreditar, mas certamente um erro. Nietzsche nos mostra como o fundamento das ideias está mergulhado em um caldo metafísico. Mas o crentes se agarram com tanta firmeza em suas crenças! E agora? Como desvencilhar-se dos antigos ídolos? Velhas crenças precisam ser ultrapassadas, mas de que maneira podemos fazer isso? Nietzsche responde de maneira calma: com o ceticismo.

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