Arquivo mensais:agosto 2016

A ILUSÃO DO LIVRE-ARBÍTRIO

Autor: Robert Blatchford (*) 

choicesA ilusão do livre-arbítrio foi um obstáculo no caminho do pensamento humano durante milhares de anos. Vejamos se o senso comum e o conhecimento não o podem remover.

O livre-arbítrio é um assunto de grande importância para nós neste caso e devemos tratá-lo com os olhos bem abertos e com a inteligência bem desperta; não porque seja muito difícil, mas porque tem sido atado e torcido num emaranhado de nós cegos durante vinte séculos cheios de filósofos palavrosos e malsucedidos.

O partido do livre-arbítrio clama que o homem é responsável pelos seus atos, porque a sua vontade é livre de escolher entre o certo e o errado. Respondemos que a vontade não é livre e que se fosse, o homem não poderia conhecer o certo e o errado enquanto não fosse ensinado.

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O QUE É REALIDADE?

Autor: Jairo Henrique     Fonte: Uniblog

LizaEsta constitui uma das mais fundamentais das questões filosóficas. Nos parece, de chofre, tão banal. Mas, não é próprio da filosofia desbanalizar o banal? Conceitos e expressões com as quais lidamos,e nem atentamos muitas vezes para a mensagem subjacente, ou suas propostas!

Foi esta questão que engendrou a especulação filosófica, ou, por que as coisas são como são? Esta é uma mesma maneira de questionar acerca da realidade, ou, acerca do ser das coisas. Os antigos questionavam sobre a realidade circundante, querendo extrair respostas: elaboraram mitos, emitiram parecer que aos nossos olhos, hoje, é estapafúrdio. Platão, por exemplo, acreditava que o mundo aparente, capturado pela sensibilidade, eram “sombras”, ou cópias da realidade, posto que esta realidade estava colocada num mundo por ele denominado de “inteligível”, apenas acessada pelo espírito, e jamais acessada pelos sentidos.

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DEUS NÃO EXISTE!…

Fonte: Revista Bula    Autor: Edival Lourenço

Se Deus existe, Ele passou muito tempo na moita. Até que pudesse ser percebido por alguém.

Acompanhe o raciocínio: O universo, como existência física, é estimado em 14,5 bilhões de anos pelo calendário terreno, quando surgiu de um ovo pré-universal, numa explosão espetacular, cujos estilhaços, gases e poeiras deles decorrentes, formam os monumentais corpos celestes.

Em um desses estilhaços, dos bem pequenos, é verdade, o Homo sapiens, a nossa espécie primordial, surgiu há cerca de 145 mil anos, ou seja: a nossa existência no universo ocupa o percentual infinitamente miúdo de 0,001% da existência do mundo. Astronomicamente falando é um tempo tão ínfimo quanto aquele gasto no piscar de uma lagartixa no contexto de um ano.

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